Pelos caminhos filipinos

por: Lucia Malla Comes & bebes, Cotidiano, Filipinas, Ilhas, Viagens

Eis algumas fotos que de alguma forma são “especiais”, pois revelam um pouco das bizarrices, hilariedades e curiosidades que vimos em nossa viagem pelas Filipinas…

1) Andando nas ruas de Puerto Galera, nos deparamos com uma loja de souvenirs que vendia… bolsas feitas de sapo! Sapos de verdade! O zíper foi colocado na boca do bicho, e o modelito era baratinho. Você usaria uma bolsa dessas?

2) Seria este o prato mais servido na famosa penitenciária carioca? Ou a comida mais renegada entre os emergentes de plantão?

OBS.: Bangus é na verdade um prato feito com legumes e peixe cozido. O “ala pobre” não sei a que se refere…

3) Dois recados para os estrangeiros de passagem pelo país: um estava no aeroporto de Manila e é uma boa amostra da neurose que o 11/setembro criou pelo mundo afora; o outro dá instruções ao estrangeiro de como se tornar um morador permanente filipino, mas o mais interessante deste último aviso é que estava na porta de uma padaria (!!!) em Puerto Galera. Afinal, o encantamento não está nas pequenas coisas? Quem sabe entre uma bisnaga e um bolo de chocolate alguém decide por se tornar um filipino, né não?

4) Esse era verdadeiro “dono” do balcão da operadora com quem mergulhamos em Dumaguete… Pelo menos, era quem reinava livre, leve e solto na área, entre tanques de ar, pés de pato e carinhos humanos.

5) Você comeria a carne desse porco? Ou então passearia nessa moto (com a “encomenda” atrás, é claro) mesmo se fossem o Brad Pitt ou a Angelina Jolie que estivessem pilotando? Direto das ruas de Puerto Galera, em pleno sol de meio-dia, a ode final de um suíno.

6) Não sei se isso existe no Brasil de forma tão aberta, nem sei se nas Filipinas a rinha é ilegal. Mas eu fiquei surpresa de ver uma fazenda de criação de galos de briga na beira da estrada, tranquilamente instalada. E era bem grande!

7) Por fim, achei interessante perceber da janelinha do avião a demarcação das áreas de pesca no mar filipino – esse aí é próximo a Manila. Eu pelo menos, nunca tinha visto antes tantas “fazendinhas de pesca” com tamanha organização “aquática”.

Caminhos filipinos

Tudo de bom sempre.

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P.S.: Fiquei muito feliz de descobrir o interesse do Alexandre, filho do Idelber, pelo mar, suas belezas e problemas. Com 8 anos de idade, ele começou nessa semana um blog sozinho e ensinou à irmã Laura de 6 anos a fazer o mesmo. Os primeiros posts mostraram uma paixão sincera pelo mar que desperta aos poucos. E são esses pequenos exemplos que me fazem acreditar num melhor futuro, sempre. Obrigada, Alexandre, por me emocionar com tanta singeleza. Espero continuar lendo suas observações mais vezes…



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