Código quebrado

por: Lucia Malla Antigos, Cinema, França

Acabei de chegar do cinema, fui assistir “O Código Da Vinci”, no dia da estréia. Sala de cinema aqui perto de casa; cheia, mas não lotada. O filme? Gostei, é diversão – Cannes e Hollywood, entretanto, parece que não gostaram. É uma ação-pipoca, com momentos bem diferentes do livro – que eu li e achei uma viagem na maionese bem elaborada. Interessantemente, o livro é bastante pagão, razão pela qual estamos assistindo a essa polêmica calorosa de censura/não censura em diversos países, incluindo o Brasil. O filme… bem, eu o achei muito “você acredita ou não acredita”, maniqueísta, sem meio-termos, ou seja, uma questão de crença, no final das contas.

E para mim, é paradoxal que uma história que se propôs a criticar os dogmas da Igreja tenha se tornado na tela uma questão de fé.

Mas para uma Malla leiga em cinema ou literatura, todo esse blábláblá apenas lateraliza o que realmente eu gostei no filme: as tomadas da pirâmide do Louvre, monumento de vidro que me traz tão boas recordações de uma cidade iluminada e linda.

Código Quebrado

“She rests at last beneath the starry skies.”

Tudo de bom sempre.



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