Eu acho que tenho direito a um momento ego trip hoje. Afinal não é todo dia que a reputada revista Science decide dedicar algumas linhas a resenhar em suas páginas um trabalho científico de minha primeira autoria.
Para aqueles que se sentem à vontade com o linguajar denso da biologia molecular hardcore e/ou quiserem viajar “selenisticamente” na maionese, podem conferir a resenha da Science (publicada na seção Editor’s choice dessa semana) e o resumo do artigo original que saiu há menos de uma semana no Molecular and Cellular Biology. Para os mais sãos, podem reler o que escrevi sobre selênio aqui.
Eis minha nanométrica contribuição do dia para o progresso da ciência.
Tudo de bom Sempre.
– O Bombordo – um blog sustentado por marinheiros de alto quilate da blogosfera brasileira de esquerda – içou vela e saiu ao (m)ar, com apoio da Verbeat. Discussões diárias sobre assuntos de relevância política-econômica-social estão prometidos na pauta. Vale conferir.
Maioridade: 18 Anos do blog Uma Malla pelo Mundo.
Começo 2021 no blog resenhando um dos livros que mais me marcou em 2020, "Slavery…
Quando pensamos em receitas para uma boa saúde e longevidade, geralmente incluímos boa dieta e…
Eis que chegamos à maioridade votante. 16 anos de blog. Muitas viagens, aventuras, reflexões e…
O ano de 2020 tem sido realmente intenso. Ou como bem disse a neozelandesa Jacinda…
Nesta maratona de resenha de livros que tenho publicado durante a pandemia, decidi escrever também…
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Oi Lúcia, vi seu perfil no google e fiquei interessada em saber se o seu nome Malla é sobrenome ou apenas um apelido, pois meu sobrenome é malla e eu nunca tinha encontrado outra malla...rs... Até criei uma comunidade no orkut chamada Familia Malla, mas ninguem apareceu além dos meus primos, os qe eu já conheço... Me escreva pra trocarmos figurinhas........ Beijos, Monique Malla.
O Andarilho postando por Haddammann ... Nunca vi ninguém com o porte psíquico e civil desse ser humano ...Ao olhar um vale de Angra, um bairro esprimido psicologicamente, o Pensador perguntou: "O que difere um boi de um homem?"; Silêncio seguido; resposta: O boi acomodado com capim a um palmo de sua boca que ele vê se estender numa eternidade sem fim não se importa em pensar; pois isso o inquietaria e o alertaria sobre sua condição de boi."
"Passe-nos Sua (consciência) Vida, Entregue-nos (o controle de) seu dinheiro.
Instados a todo momento pela rebeldia social em iminência de transformação, em abandono dum “formato” arcaico, nocivo, os reinadores do Sistema (repetidamente destruidor, como toda a história humana comprova) se viram ante a INUTILIDADE de suas fantasias inventadas, que foram impostas forçosamente até nós (desde que o ser humano depois de instituir-se em polis implantou o vírus da mentira, logo que o método de troca genuinamente mérito-capitalista moldou por comodidade a moeda, o dinheiro), desde que calcaram as mordomias e parasitismo por séculos, com insanas guerras, por gana em submissão psicológica e gana em nosso dinheiro (em nossos méritos).
Quando a claridade campeã da civilidade humana despontou irrompendo vividamente nos anos 80, os parasitas de nossa espécie saíram de suas tocas enrustidas disseminando uma nova cruzada de mentiras, assassinatos, e perseguições, insuflando insanas violências, separando pessoas de seus afetos, e amizades genuínas; disseminando o ódio social, e fazendo-se “importantes” com seus fajutos arremedos plagiados de “pop-stars”.
Os canalhas e seus asseclas postados em cargos usurpados dependurando-se em interesses e favores viscosos como o silvo peguento de suas línguas podres, dissimuladas, e aduladoras tomaram à sorrelfa a Sociedade, e distraíram-nos, disfarçando o Terror que nos impunham com um mêdo inventado por eles mesmos para nos ludibriarem com o volume verminoso do coacervado de “marrentos” e “nojentos” que espalharam por nossas cidades (que misturaram em nossos esportes, enfiaram em nossas escolas, acabaram com nossos clubes, mancharam nossas músicas, amordaçaram nossa imprensa) para nos vigiarem, cercando-nos em uma imensa senzala-mista.
Usaram todos os impensáveis subterfúgios e canais para nos submeter à escravidão social em mega escala, e com o “formato” de “protetores” de famílias fizeram-nos endossar com nossos próprios pés e mãos suas poses de tuteladores de nossas vidas.
Como? Como fizeram isso?!
Pediam-nos a alma (significado conceitual primitivo desse termo: virgem ingenuidade), e viram que já não nos dispúnhamos mais a nos enganar por esse engodo; então, como aventurávamos rumo à nossa liberdade psicológica, impuseram o em(bush)te de vigiadores de nossa segurança, e prenderam, e tomaram não mais apenas nossas “almas” (nossa ingenuidade civil), mas nosso dinheiro na nossa cara, e “formataram” o cárcere mercantil. Tomaram-se de “donos” de nosso viver, de nossas alegrias, de nossa liberdade, de nossos sentimentos, de nossos conceitos, de nossos princípios, destroçaram nossos escrúpulos (com todas as armas que puderam dispor), disseram-nos por fim, sem a mínima cerimônia, deslavadamente, na nossa face lívida e estupefacta: “Entregue-nos sua consciência, passe-nos seu dinheiro”.
Tomaram à força nossa livre mentalidade; e disseram: “É nosso tudo que produzem, é nosso o seu dinheiro, suas competências e seus valores).
Nesse instantezinho se mostra o último estertor da avidez dos canalhas; não se dão conta do verdadeiro poder civil de nossa civilização; que nunca submeteu seu valor a nenhuma sordidez insana de nenhuma confraria, por mais soberba, “tremenda”, “abençoada”, “gamada”, “santificada”, covarde que fosse.
A plena sabedoria pondera ... mais que um Exército, a consonância com a Natureza é suficiente para deflagar o insubmetível brio civil, e irromper sobre tudo isso ... o brio humano está tinindo em defesa da preservação da Vida e da Terra.
É hora do DESENLACE.
Haddammann Veron Sinn-Klyss"