1) Como se conservar o que não se conhece? Uma pergunta mofada – e ainda fundamental.
2) “Um PhD não é um trabalho de 9 às 5.”
Há controvérsias. Mas no geral, concordo. Principalmente se levarmos em consideração que, quando trabalhando num campo de pesquisa que você realmente ama, o problema investigado não sai da sua cabeça. Porque é divertido, prazeiroso, pensar nele. Como bem colocou um comentarista lá:
“Lots of PhDs work 9-4 here. It doesn’t stop them from graduating. In fact at every Christmas party the director of the institute has a bit of a similar speech where he emphasizes that the best work is done in the evenings. And this speech is usually caused by the fact that the hallways are usually deserted by 17:00.”
3) Uma declaração de amor a Michael Brecker. One of the best forever and ever, pra mim também.
4) O Camburizinho me enviou esse post pelo Facebook, comentando sobre um assunto “batido”, que já comentei aqui no blog. Mas que nunca deixa de me impressionar: o quanto nos esquecemos do nosso oceano. A Ísis também trouxe notícias frescas nada positivas de 2 pontos que precisam de preservação mais reforçada da costa brasileira.
5) Vocês já foram parabenizar o Arnaldo pelos 3 milhões de visitantes em seu blog? Aproveitando que está lá, conheça o castelo de Ajlun, na Jordânia, última parada fenomenal dele.
6) Enfim, uma agência de viagens especializada em… Kamchatka! 😀
7) Via Idelber no Facebook, uma entrevista ótima com Robert Crumb e seu “Guia Ilustrado do Livro de Gênesis“. Hilário!
8) Ketsana, Parma, Lupit e Mirinae. Estes são os quatro tufões que passaram pelas Filipinas nesse mês de outubro. EM UM MÊS, QUATRO TUFÕES. Já no 1º, 80% de Manila ficou alagada. Imagina agora, já que todos estão atingindo a mesma região norte. Sobretudo, não consigo não ficar triste com uma notícia dessas. Já que Manila foi uma das cidades mais musicais que visitei. Tudo bem que o filipino é, antes de tudo, um forte, e mestre na arte da improvisação. Vai com certeza se levantar dessa rasteira quádrupla natural mais forte ainda. Entretanto, não deixa de ser das notícias mais deprimentes do ano.
9) Foi pelo twitter do Júlio Valentim que fiquei sabendo também que Vila Velha, minha cidade querida, está debaixo d’água. No twitter do prefeito, a falação de sempre. Triste.
Chove em Vila Velha.
10) Ah, e eu também fiquei perplexa com isso. Teses poderiam ser escritas analisando todas as nuances do fato. Mas, no fim. as linhas traçadas pelo Thiago resumem melhor que todas as teses juntas:
“(…) Em Gaza não tem uma zebra. Em Gaza nunca existirá uma zebra. Perdeu-se toda e qualquer esperança de uma zebra, em Gaza.”
Essas coisas precisam ser compartilhadas, discutidas, refletidas e nunca acomodadas. É preciso nos manter sentindo indignação ao ler histórias como essa. Afinal, é a nossa própria dimensão de humanidade que está sendo jogada na lama e na guerra, ali, naquela faixa – ou naquelas listras de zebra, preto no branco.
11) Tudo de bom (espero) ao mundo sempre.
Maioridade: 18 Anos do blog Uma Malla pelo Mundo.
Começo 2021 no blog resenhando um dos livros que mais me marcou em 2020, "Slavery…
Quando pensamos em receitas para uma boa saúde e longevidade, geralmente incluímos boa dieta e…
Eis que chegamos à maioridade votante. 16 anos de blog. Muitas viagens, aventuras, reflexões e…
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Lucia, deixa eu ser justo e dizer que a compreensão desse fato (os burros como zebras em Gaza) não é exclusividade minha: alguns amigos, entre eles o tiagón, dono da frase que você destacou, ajudaram demais. agradeço a menção, mas fica aqui o registro de que essa honra (ou seja, estar aqui, citado no teu blog) não pode ser só minha.
grande beijo. :)
Thiago, :) :) :)
Beijão.
Lucia, AINDA que tardiamente, venho lhe agardecer a menção aos 3 milhões de visitas que você gentilmente destacou aqui. Você sempre gentil e incentivando a blogosfera. Eu sempre agradecendo tamanha simpatia e gentileza. Espero um dia podermos vitiá-la na fabulosa Oahu!
Grande abraço.