O post anterior agradecendo ao Allan me fez lembrar da visita que fizemos a Milão no ano passado, quando o conhecemos. Foi um almoço delicioso, perto do Duomo, num bar/panineria chamado Panino Giusto. Naquele dia, demos muitas risadas na mesa, acompanhados também da Alline, da Luisa e do Flavio. E conhecemos o principal monumento de Milão: o Duomo.
Tal imponência estrutural requereu certo “esforço” engenheirístico. Para fazer a Catedral de Milão construiu-se um rio – melhor dizendo, desviou-se a água de outro rio da região para um canal que serviu de via de navegação para o transporte do mármore usado em sua construção. Ou seja, é também um exemplo histórico de impacto ambiental causado pelo homem. O canal artificial ainda está lá, cruzando a cidade de Milão, e virou (claro) parte arraigada da anatomia da cidade.
Depois da visita interna, eu e André subimos por um elevador ao telhado da igreja. A subida é paga, que padres não são bobos. A nata da blogosfera milanense que nos acompanhava incentivou que fôssemos, mas ninguém quis nos acompanhar; o Flavio por implicância com a igreja, a Alline e a Luisa por cansaço da visão (vão lá toda vez que amigos aparecem na cidade). Eu e André vestimos então a camisa de 100% turistas e fomos rumo ao topo do monumento mais visitado de Milão.
Lá em cima, uma vista sensacional da cidade e dos prédios belíssimos dos arredores da praça nos aguardava. Pudemos apreciar diversos terraços animados, com restaurantes e festinhas. Alguma celebridade devia estar por perto em algum destes prédios, porque uma multidão de adolescentes se cotovelava na praça – lá de cima, parecia um formigueiro humano à espera de açúcar.
Demos a volta pela área do teto da catedral que é aberta ao público. Em cada recanto, um ângulo imperdível. O rebuscado da catedral, que de longe parece castelinho de areia, de perto se avoluma e ganha graça nos detalhes; nos gargoyles, nas esculturas, na simetria, nas tonalidades do mármore. É realmente uma catedral impressionante.
Tudo de bom sempre.
Maioridade: 18 Anos do blog Uma Malla pelo Mundo.
Começo 2021 no blog resenhando um dos livros que mais me marcou em 2020, "Slavery…
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Que arquitetura belíssima. As fotos estão ótimas conseguiram captar muitos detalhes.
Bj
So vi hj! Adorei...
Saudade daquele dia. Foi tao gostoso.
beijos
Obrigada, Carolmay!
Alline, tb me deu uma saudade danada qdo escrevi... :)
Qdo será nosso próximo encontro?
Muito bonito. Já o visitei duas vezes. Se você me permite, para o bem da verdade, o mármore utilizado é o Candoglia (quase que exclusivamente usado nesta igreja). A administração do Duomo para custear sua manutenção e restauro (milhões de euros/ano) é feita pela Veneranda Fabbrica del Duomo di Milano, e não pelos "padres". Obrigado
Ok, obrigada pelo aviso.