Conheçam minha amiga britânica Emma, flagrada aí abaixo na parada de três metros ao final de um mergulho. Emma já estava quase na superfície quando rolou o clique.
Mas o que mais me atrai nessa foto é a calma com que a Emma está naquele momento de final de mergulho. Afinal, depois de um mergulho maravilhoso, o relax é total mesmo. Aliás, tirando no batismo e nos primeiros mergulhos, quando ainda estamos nos acostumando a tudo, mergulhar é quase sempre uma atividade das mais “descansativas” possíveis.
A imagem foi registrada durante uma expedição nas Ilhas Marshall, no oceano Pacífico.
Tudo de sub sempre.
Maioridade: 18 Anos do blog Uma Malla pelo Mundo.
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Oi, Lúcia. O que você achou do score da dacisão do STF sobre as pesquisas com células-tronco? 6x5 me deixou um pouco assustado. Por um triz...
E sobre os tais mecanismos de controle das pesquisas. São necessários? Mais especificamente ainda, nosso governo tem competência técnica ou ética para limitar essas pesquisas ou o segredo é a autoregulamentação e transparência absolutas?
Abraço (adorei a foto!)
Andrei Puntel
Oi Andrei, eu estou tentando criar ânimo pra falar das células-tronco aqui, num post futuro. Acompanhei de longe toda a bagunça no STF, e confesso q a justiça brasileira não me impressiona mais com seus acessos de sem-noçãozice. Mas pelo menos o voto foi favorável, e no final das contas, isso é o q interessa.
"Sem noçãozise" é ótimo. Vai pro meu vocabulário. Tem copyright?
É triste, Lúcia, que qualquer questão ligada às atuais, e gigantescas, transformações, ambientais, tecnológicas ou sociais pelas quais passamos sejam tão lentamente digeridas por nosso judiciário.
Meio ambiente, internet (viu a confusão com o Pedro Dória?), genética, em todos esses aspectos o Brasil parece estar atrasado em um década. Isso sem contar outras questões. Tenho uma amiga que trabalha em Genebra com ongs que pretendem regulamentar trading e quando conversamos sobre os assuntos que ela trata, como direitos de propriedade intelectual de comunidades tradicionais, e incentivos comerciais a países emergentes, eu me sinto um índio amazônico. Talvez daqui vinte anos estamos discutindo esses e outros assuntos.
Tome coragem e escreva sobre o assunto, sim! Seu ponto de vista é sempre interessante e original!
Um abraço.