Nova Zelândia

Nova Zelândia em 12 dias – Parte 1: Queenstown, Fiordland e Wanaka

Última atualização do roteiro pela Ilha Sul “Nova Zelândia em 12 dias – Queenstown, Fiordland e Wanaka”: 27/agosto/2020

No último final de ano, André, eu, seu pai, um tio e uma tia (os 3 últimos com mais de 70 anos) resolvemos nos lançar a uma aventura familiar estilo “”. Decidimos fazer uma road trip pela Nova Zelândia. A idéia da viagem era mostrar um pouquinho de cada uma das atrações mais famosas e/ou interessantes do país tanto na Ilha Sul quanto na Ilha Norte. Portanto, fazer um roteiro que era uma “colagem kiwi”, como excelentemente definiu a tia do André.

Foi uma experiência espetacular, cheia de risadas, ótimos momentos. Principalmente, diferente do filme, nenhuma frustração. Resultado, enfim, do planejamento preciso do roteiro (modéstia às favas pra mim e André) que deixou flexibilidade suficiente para ajustar as demandas de cada um sem prejudicar o principal mesmo com os dias contados milimetricamente. Foi uma viagem inesquecível para todos.

Por que a Nova Zelândia?

Para quem conhece a Nova Zelândia, sabe que o país é um mundo. Dá pra ficar uma vida inteira por lá, visitando, sem se cansar das paisagens incríveis, das refeições sensacionais, do povo extremamente simpático, da diversidade de atividades, da cultura polinésia maori, da atmosfera relax do país. Sem falar das samambaias, uma diversidade de espécies de deixar qualquer biólogo maluco! Assim como a Itália (que eu também amo, by the way), a Nova Zelândia é inesgotável. Aliás, residiu aí o maior desafio do nosso planejamento.

Tanto eu quanto André já havíamos visitado duas vezes a Nova Zelândia. Entretanto, os nossos viajantes 70+ não conheciam nada. Então, usamos da nossa experiência prévia pra equilibrar atividades no roteiro que requeriam um pouco mais de adrenalina (para quem gosta disso) com atividades mais culturais/gastronômicas. Foram diversas atividades juntas que nos deram a oportunidade de curtir a viagem em família e produzir memórias que certamente se tornarão eternas.

Nosso Roteiro: Nova Zelândia em 12 dias

Compartilho aqui o roteiro de 12 dias pela Nova Zelândia que fizemos, num formato de diário de viagem, com alguns detalhes e dicas para aqueles que querem se aventurar por lá mas não têm muito tempo. Já digo que 12 dias é duplo maraturismo: maratona maravilha. E não é massacrante.

Pelo contrário, porque se bem planejado e se as pessoas envolvidas são relax (não se estressam com imprevistos e dão risadas das roubadas que aparecem), dá pra curtir MUITO. E ter uma boa idéia geral do país. Ainda mais: relaxar ao pôr-do-sol tomando Sauvignon Blancs sensacionais. Nós conseguimos nos divertir à beça, pelo menos.

Antes de Viajar

Mapa do nosso roteiro. Começamos pela Ilha Sul e fomos subindo até a Ilha Norte.

A primeira parte do planejamento foi definir as datas e o roteiro em termos gerais. Ou seja, quantos dias e quais atrações cada um queria mais ver (e daí viriam que cidades/destinos visitar).

Por exemplo, para mim, era fundamental passar o Réveillon em Kaikoura, cidade litorânea da ilha Sul que é minha paixão maior na Nova Zelândia. Além disso, era fundamental mostrar Milford Sound, também na Ilha Sul, para os calouros de NZ. Para a tia do André, eram as atrações ligadas à cultura maori e relacionadas a Lord Of The Rings (LOTR) que mais atraíam no roteiro. Para André, era curtir a vida marinha.

Outra preocupação era não tornar tudo uma grande corrida maluca. Então fizemos a parte do roteiro mais puxada no começo, quando o gás de todo mundo é maior. À medida que a viagem acontecia, separamos mais momentos de “descanso”, com mais horas para apenas contemplar.

Planejamento básico

Uma vez definido o nosso roteiro geral para o final do ano de 2014, o próximo passo foi marcar a passagem de avião para Auckland. E depois o trecho de Auckland para Queenstown, na Ilha Sul, onde começamos nossa aventura on the road. Próximo na lista: o aluguel da minivan, que fizemos por uma locadora local que já havíamos usado antes, a Apex. Depois fizemos todas as reservas de hotéis usando o mesmo buscador online para acumular o máximo de pontos. Como era alta temporada, em algumas cidades os hotéis estavam quase lotados. Em Franz Josef, que é uma cidadezinha minúscula, por exemplo tivemos que separar o grupo em dois hotéis diferentes.

Depois dos hotéis selecionados, começamos então a marcar os passeios que sabíamos lotar mais rápido, como o barco pelo Milford Sound e a visita a Hobbiton. Íamos no verão, quando o sol se põe lá pelas 10 da noite. Isto aumentaria a produtividade possível nos nossos dias de passeio.

E aí, com uma planilha do excel começando a ficar populada, estávamos praticamente prontos para iniciar nossas férias em família. 🙂


Nova Zelândia – Dia Zero

Dia da viagem de Honolulu para Auckland. Chegamos em Auckland super-tarde da noite (~11pm), e fomos recepcionados pelos então embaixadores da Nova Zelândia na blogosfera brasileira, Maurício e Oscar. Que alegria revê-los! Do aeroporto, fomos para um hotel Ibis pertinho, só pra passar a noite, já que nosso vôo no dia seguinte era bem cedo.

Nova Zelândia – Dia 1 – Queenstown, Ilha Sul

Chegando em Queenstown.




Vôo de Auckland para Queenstown. A chegada em Queenstown de dia é sempre uma maravilha à parte, já que o aeroporto está num vale margeado pelas sensacionais montanhas Remarkables. No aeroporto, pegamos nossa minivan da road trip. Agora sim, a aventura começava!

Almoço rock’n roll

Em Queenstown, a primeira parada foi para almoço. Eu estava saudosa do Devil Burger, que já havia experimentado em Invercargill. Então nem precisamos pensar muito, Devil Burger escolhido. Não tem como escolher o melhor hambúrguer dessa loja, aliás, todos são sensacionais. Meu preferido é o Mary’s Little Lamb.

Gôndola de Queenstown

À tarde, subimos na gôndola de Queenstown para curtir o visual de cima da cidade e dar uma caminhada. Lá em cima há pistas de luge, mas ficamos mesmo só nas andanças. E vimos a melhor placa de propaganda de bungee-jump ever, que dizia: “Throwing people off ledges since 1988”. 😀

Luge com esse visual é outro papo, não?

O dia super-longo realmente foi uma vantagem, e podíamos aproveitar bastante. Jantamos, ainda à luz do sol, o melhor cordeiro da viagem inteira (lamb rack), na companhia de amigos havaianos que faziam uma road trip com campervan na direção dos Catlins (super-sul da Ilha Sul da NZ). O restaurante Pier 19 fica às margens do lago Wakatipu, um ambiente delicioso e super-relax, ótimo para simplesmente curtir o fim de tarde. (E ainda sobrou espaço depois para um sorvete delicioso no Patagonia Café.)

Nova Zelândia – Dia 2

Dia de Milford Sound, o fiorde mais visitado do Parque Nacional de Fiordland. Acordamos cedinho, tomamos café no Starbucks no centro de Queenstown, e caímos na estrada rumo a Te Anau. Afinal, são praticamente 3 horas até lá. Tínhamos comprado diversos “lanchinhos” para a estrada, então paramos em Te Anau apenas para comprar umas tortinhas de ovelha e ir direto pro Milford Sound. (Tortinhas são o café da manhã por excelência em qualquer roteiro na Nova Zelândia, e cada uma mais deliciosa que a outra. É minha opção número 1 sempre!)

Ida ao Milford Sound, Ilha Sul

O caminho pra Milford Sound é uma das estradas mais lindas da Nova Zelândia. Então, apesar do trajeto até lá levar ~2 horas, você quer deixar mais tempo disponível para poder parar quantas vezes quiser e fotografar. Nós paramos nos pontos “obrigatórios” Mirror Lake e na saída do túnel Homer. Ali, o penhasco do glaciar te esfrega na cara a beleza única daquele lugar, e você lembra porque o ponto é Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO.

O passeio de barco em si também é um must, já que, de dentro do fiorde, você tem melhor noção da dimensão inacreditável dessa maravilha mundial. E o barco chega bem perto de uma das cachoeiras. O que é inegavelmente uma emoção!

Nós marcamos o passeio mais tarde, que saía às 3pm. Porque sabíamos que dirigir de Queenstown até Milford Sound não era bolinho… Deu tudo certo, chegamos mais cedo que o esperado. Conseguimos ainda adiantar nosso passeio.

Quase sempre chove no Milford Sound, e no dia em que fomos não foi diferente. Entretanto, mais chuvas significam… Mais cachoeiras pelo Sound! #fazemoslimonadas

Além disso, vimos diversas focas à beira do Milford Sound.

Parada obrigatória: o Chasm

No caminho de volta do Milford Sound, paramos num lugar que é meu cantinho predileto da Nova Zelândia: o Chasm. Este local é uma formação geológica estilo cânion cortada por um rio caudalento que passa lááá embaixo. O Chasm é daquelas atrações que precisa “ver pra entender”. Há milhares de fotos/vídeos na internet do local. Mas absolutamente nada se compara a estar ali. Ouvindo aquele barulho ensurdecedor da água. Ou sentindo o cheiro da floresta de samambaias. Ou ainda vendo a dinâmica das rochas, da vegetação e do rio.

É esplendoroso. Pra mim, vale tanto a viagem ao Milford quanto o próprio Milford Sound.

The Chasm <3

(Eu sou tão louca pelo Chasm que chovia cântaros quando chegamos lá, mas não quis nem saber: comecei a fazer a trilha assim mesmo, sob chuva, com sorriso e lágrimas nos olhos de emoção. Que pedaço de céu aquele lugar!)

Vendo o Chasm.

Em Te Anau

De volta a Te Anau, com sol ainda sorridente no céu, fomos ao cinema local ver o filminho sobre o Fiordland. O filme de 30 minutos passa todos os dias, e vale a pena para entender um pouco mais sobre esta região da Nova Zelândia. O cinema em Te Anau é hiper-confortável, tem um bar anexo e, ao invés de pipoca e refrigerante, você pode viajar no filme com suas tomadas aéreas sensacionais degustando um bom Sauvignon Blanc da região. Nossa idéia depois do cinema era jantar no restaurante Redcliff, famoso por ser um dos points onde Sir Peter Jackson e a “moçada” do LOTR se reuniam para descontrair. Entretanto, o restaurante estava lotadésimo e a espera nos desanimou. Optamos então pelo Bailiez Café, e não nos arrependemos, pois o jantar estava ótimo.

Nova Zelândia – Dia 3

Tínhamos o dia inteiro para chegar em Wanaka (fala-se “uânaka”), nosso próximo destino, a 230 km de Te Anau. Este seria, portanto, um dia mais “light” na estrada. Tomamos um café da manhã com tranquilidade no Sandfly Café de Te Anau. O objetivo era almoçar em Arrowtown, cidade histórica lindinha daquela região perto de Wanaka.

Pela Alpine Road

Uma das inúmeras paradas cênicas da Alpine Road.

A estrada de Queenstown para Arrowtown/Wanaka, a Alpine Road, é – mais uma vez –  deslumbrante. Garantia de vistas excepcionais dos lagos e montanhas dos Alpes do Sul. Algumas poucas com neve, já que estávamos no verão. Mas fiquei só imaginando aquilo tudo ali no inverno, que coisa mais linda deve ser!!!

À beira da estrada, vários lupinos em flor. Com isso, os tons de rosa, roxo, amarelo e branco traziam inúmeros suspiros e “oooohs” de maravilha a cada curva. A Nova Zelândia simplesmente não se cansa de ser bonita mesmo…

Na beira da estrada…

Em Arrowtown

O dia estava super-ensolarado, e chegamos em Arrowtown tranquilamente para o almoço num pub chamado… The Pub. Pedimos fritada de white bait, uma tradição culinária da ilha sul neozelandesa. White bait é um peixinho minúsculo de água doce, tipo sardinha. De sobremesa, um gelatto superbo num parque da cidade onde um artista de rua tocava músicas de Jimmy Buffet. O clima de piquenique de verão não podia ser mais descontraído.

(ATUALIZAÇÃO: O The Pub fechou em 2016.)

Arrowtown

Em Wanaka

Em Wanaka, nosso primeiro passeio foi à vinícola Rippon, que é sem dúvida a vinícola com a vista mais linda do mundo (DataMalla). Os vinhedos na frente, com a ilha de Ruby à frente, no lago Wanaka… afe! Lindo demais da conta. Chegamos pelos fundos da fazenda. Mas não foi difícil achar a entrada pela porteira principal, que fica na estrada Mount Aspiring. Na vinícola, fizemos um wine tasting básico, de Pinot Noir, Osteiner, Sauvignon Blanc (meu preferido sempre) e Riesling. #tápuxadofeelings

A vista da vinícola.

Fomos passear à beira do lago. O objetivo era conseguir uma vista bacana do Mount Aspiring. Então dirigimos pela Mount Aspiring Road até Glendhu Bay. Toda essa região ao redor do lago é incrível de linda, cenário fantástico. Muita gente nadava, fazia piqueniques, etc.

That Wanaka Tree

Na volta, parada no Wanaka Station Park para ver “that Wanaka tree”, uma árvore solitária dentro d’água perto da beira do lago, e que é meio que uma “marca registrada” de Wanaka. Um monte de crianças brincavam na árvore. Confesso que se não fosse pela água ultra-gelada do lago, eu também teria subido na árvore… 😀

(Aliás, crianças eram muitas nas ruas, brincando nos parques, nadando, andando de bicicleta… Quase 9 da noite e ainda uma animação incrível dos pimpolhos.)

Durante o jantar no Speight’s Ale House dividimos o mesão de biergarten com um casal da cidade de Arthur’s Pass, de papo simpático. O casal nos deu algumas boas dicas de viagem. Aos poucos, o sol se pôs atrás das montanhas. Nós começamos, então, a sonhar com o dia seguinte na estrada.

Para ler outras paradas deste roteiro

Das Geleiras até Kaikoura

Cruzamento para Ilha Norte, Wellington e Rotorua

Hobbiton, Auckland e mergulho em Poor Knights

P.S.

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Lucia Malla

Uma Malla pelo mundo.

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Ver Comentários

  • O que é isso companheira!!! Maravilha!!! Pode ir já? Aliás, devidamente favoritado este post para utilizá-lo na primeira oportunidade :)

    • Patrícia... a Nova Zelândia é um caso sério. Porque é amor à primeira vista mesmo! Se desse, eu voltava sempre. Fico feliz que tenha curtido o post! :)

  • Show, talvez a gente consiga ir em dezembro! Já estou esperando os próximos posts, conta tuuuudo! Obrigada!

  • Lucia, estou indo pra lá em novembro e queria fazer o Milford Sound, claro. Tinha pensado em pagar um passeio, mas acho que de carro tem mais liberdade. Perguntas: que tipo de carro ir (tem que ser 4x4)? Dá para ir e voltar para Queenstown no mesmo dia?

    • Olá Ana! Para visitar o Milford Sound você terá que pagar o passeio de barco, já que não verá o mesmo se não for de barco. Entretanto, a parte terrestre dá tranquilamente para fazer de carro, a estrada é toda asfaltada até lá, nem precisa ser 4x4. Eu acho puxadíssimo ir e voltar de Queenstown no mesmo dia. Muita gente faz isso, mas das 2 vezes em que fui pro Milford, dormimos em Te Anau, para quebrar a viagem e aproveitar mais a estrada até Milford, que é linda também. Fora que ficando em Te Anau dá pra conhecer o Doubtful Sound também, que é lindíssimo e maior que o Milford... Sei lá, dá pra ir e voltar de Queenstown no mesmo dia, mas não é definitivamente o que recomendo. Espero ter ajudado. Aloha!

      • Ajudou muito! Como leio em toda parte como as estradas lá são lindas, tinha pensado nisso, e acredito que passar uma noite em Te Anau deve ser lindo. Mas vale mais a pena dormir no dia antes ou depois do Milford?
        E você sugere alguma empresa que gostou mais para o passeio do Milford?
        Obrigada!!!

        • Oi Ana! Eu dormiria no dia antes. Para ter tempo de curtir com calma a estrada pro Milford, o passeio no sound... e terminar o dia com um belo happy hour em Te Anau mesmo. :)

  • Olá, Lúcia! Já conhecemos o Hawaii seguindo suas dicas, foi muito legal. Agora, nossa filha está indo fazer intercâmbio na NZL(Auckland) e iremos buscá-la em dezembro, ocasião em que viajaremos por volta de 2 semanas no país, antes de ir à Austrália onde moram nossos amigos de faculdade e padrinhos dela. Gostei muito do seu roteiro, já vi mesmo que tem vários que percorrem as ilhas norte e sul. Uma pergunta, por que você voou de Auckland para o sul para iniciar a viagem e terminá-la em Auckland, foi por causa do voo de retorno ao Hawaii? Estava pensando em alugar um carro em Auckland quando pegarmos nossa filha com a host family, passearmos até Queenstown e de lá mesmo partirmos para Sydney, na Austrália. Você acha que é viável? Agradeço se você puder me dar um retorno. Abs, Adriana.

    • Oi Adriana, foi exatamente por causa do vôo da Hawaiian (e para economizar tempo) que nós começamos e terminamos em Auckland a viagem. Mas, se você vai pegar um vôo de Queenstown direto pra Sidney, aí não precisa fazer essa ginástica de ter que voltar para Auckland. Acho que é completamente factível sair de carro de Auckland até Queenstown, atravessando entre as ilhas por Wellington. Ou seja, fazer o caminho reverso que fiz. :) Espero ter ajudado... Aloha!

      • Mahalo Lucia! Ajudou muitoo, pois como minha filha já viaja em julho, estou tendo que pensar rapidamente o roteiro das nossas férias em família pra comprar nossas passagens e não fazer bobagem por impulso! E de que cidade sair da NZL pra AUS era uma grande dúvida! Aloha!

  • Olá, adorei o post queria saber onde posso comprar o pacote de uma viagem similar a esta!!

    • Oi Stephan! Não sei... nós montamos a nossa por conta própria. Você pode seguir o roteiro, se quiser. Aloha!

  • Olá, excelente relato, super bem detalhado só senti falta da dica de hotel em Te Anau, Queenstown e aonde podemos comprar o passeio de barco em Milford Sound? Vi que você reservou com antecedência :)

    • Oi Mayara! O hotel que fiquei em Queenstown foi o Copthorne, mas confesso que não é dos melhores... achei meio afastado do centro. Reservei meio que de última hora, pra estadia perto do Ano novo, e foi o único que ainda tinha vaga. Em Te Anau, os hotéis são mais ou menos a mesma coisa, e fiquei no KIngsgate, bem localizado, de frente pro lago de Te Anau. O passeio do Milford Sound fiz com a Real Journeys.

  • Olá, Lúcia. Adorei o relato. Você poderia me ajudar com algumas dúvidas? Estou indo pra NZ dia 12 de Março. Ficarei 5 dias em Queenstown e entre os passeios que quero fazer tem o Milford Sounds, claro!, e uma ida a Wanaka para fazer a trilha do Roys Peak, além de outros como o bungee, jet boat.
    Quanto a esses passeios, em especial para Milford Sounds, é melhor fazer a reserva com antecedência via online mesmo ou lá na cidade é tranquilo fechar na hora?
    Quanto a Wanaka, existe ônibus que faça esse trajeto? Eu tava querendo ir e voltar no mesmo dia, só pra conhecer o lago e fazer a trilha do roys peak. Não queria ir dirigindo, pois nunca conduzi na mão inglesa.

    • Olá Rafael! Eu faria a reserva pro passeio de Milford Sound com antecedência... embora você vá em março (uma época mais vazia), ainda assim esse passeio costuma ficar cheio. Na cidade dá pra reservar o passeio, no ponto de informações de Te Anau, mas ainda assim eu reservaria antes.
      Sobre Wanaka, tem ônibus de Queenstown para Wanaka pela Intercity... mas não acho que não vai pela Alpine Road - provavelmente vai pela outra via mais direta. Espero ter ajudado. Aloha!

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Publicado por
Lucia Malla

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